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terça-feira, 29 de junho de 2010

PADRE THEODORO JOHANES FRANCISCUS SNIJDERE DEIXA APODI

A sociedade apodiense se despediu, no dia 27 de junho de 2010 ( domingo),de um dos seus mais ilustres filhos, ainda que não fosse nascido em terras brasileiras. O holandês Theodoro Johanes Franciscus Snijders, Padre Theodoro, como era tratado, deixou Apodi depois de 27 anos de dedicação à sua paróquia para voltar à pátria-mãe.
"Às despedidas sempre conveio que fossem breves", disse uma vez o escritor português José Saramago; mas não há brevidade na ruptura, mesmo que esta seja de comum acordo. O choro dos saudosistas na última celebração de domingo é reflexo da separação. O pároco voltará a morar em sua cidade natal Helmond, na Holanda.
O clamor da despedida não é à toa. Padre Theodoro deixou um legado de muito serviço prestado ao povo potiguar. Além do trabalho religioso, o padre desenvolveu ações que mudaram a rotina e a realidade de muitos jovens do município, chegando a criar mais de 50 grupos de jovens espalhados pelas zonas urbana e rural da cidade. Na área educacional, padre Theodoro mantém, mensalmente, a quantia de R$ 6.080,00 destinados a pagar escolas particulares para estudantes pobres do município, além de outro tanto gasto mantendo escolas universitárias particulares para estudantes das cidades de Apodi, Mossoró, Natal e Fortaleza (CE).
O seu trabalho não se limita apenas à juventude. O homem do campo também foi lembrado e, para fortalecer e unir a categoria, o padre criou capelas e centros comunitários em todas as comunidades rurais, além do trabalho que desenvolveu na formação de diversas associações comunitárias.
"A grande missão do padre foi contribuir com a evangelização, trabalhar lado a lado com as famílias humildes da cidade, desenvolvendo associações, criando grupos de jovens e construindo pequenas indústrias", comentou Antonio Francisco Cortês, líder da Pastoral da Pessoa Idosa e membro do Terço dos Homens.
Na Câmara Municipal, o vereador Genivan Varela agradeceu ao religioso pelos serviços prestados ao município, chegando a compará-lo a uma autoridade política: "O padre Theodoro tem sido, ao longo dos anos, um prefeito sem mandato." Para Jorge Luiz Torres, coordenador da equipe de liturgia da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição e São João Batista, "falar de padre Theodoro é falar principalmente do trabalho social".
Mariinha Pinto, que faz parte da equipe de organização há 25 anos, confirma a importância do trabalho do religioso. "Ele sempre manteve uma grande dedicação para com toda a nossa equipe", disse. A prefeita Goreti Pinto foi mais além e confessou, em conversa com fiéis, que nenhum prefeito da cidade fez o que o padre trabalhou pelas comunidades rurais da cidade.
As festividades ao padroeiro São João Batista, realizadas de 15 a 24 deste mês, foram marcadas por grandes homenagens ao pároco. Os grupos de jovens lembram que o padre nunca poupou esforços para patrocinar a ida de membros da igreja para encontros de formação de leigos.
VEJA A BIOGRAFIA DE PADRE THEODORO NO LINK SACERDOTES
FONTE - JORNAL DE FATO, EDITADO EM MOSSORÓ

domingo, 20 de junho de 2010

A impunidade, o trampolim para mais insegurança no país

Raimundo Marinho Pinto

A impunidade, o trampolim para mais insegurança no país

De início quero no momento louvar e parabenizar a CNBB, Dioceses, Igrejas e seus idealizadores pela importante escolha do tema da Campanha da Fraternidade “A paz é fruto da justiça”, Fraternidade e Segurança Pública.

Justamente, estamos no momento mais agudo de insegurança e de injustiça em nosso país. A cantora e compositora Nara leão, disse uma frase em uma entrevista de um programa de televisão que, para mídia, a boa notícia é a mal notícia. É verdade, estar mais que patente. Confesso quando vou ler os jornal ou revistas as notícias são de arrepiar, quando ligo a televisão vejo as notícias e senas chocantes de violência, que me deixam triste. Fico me perguntando pra que isso meu Deus? São tantas violências por roubos, assaltos, de toda natureza, sequestros com reféns, latrocínios, estupros, pedofilia por abuso sexual, tráfegos de drogas e armas, pistolagem, confrontos de sem terras com proprietários, confrontos de gangues por disputa de ponto drogas, traficantes com traficantes por disputa de poder, confronto de torcidas organizadas de futebol com rivais, confronto de camelôs com policiais, grupos de extermínio por facção, manifestantes que tocam fogo em ônibus e patrimônios públicos e de particulares, agressão à natureza, pai mata filho, filho mata pai, irmãos matam irmãos, adolescentes no caminho das drogas e práticas de delitos de toda ordem, crianças e idosos serem espancados por babás, embora que na sua maioria não praticam esses tipos de violências, pelo contrário, são pessoas dignas e honestas que prestam relevantes serviços a milhares de famílias brasileiras. Aproveito o dia internacional da mulher para parabenizar a todas as babás como mulheres, filhas mães, esposas e avôs e demais mulheres deste país pelas suas conquistas e pelo o que elas representam.

Além desses crimes e delitos, existem os outros de corrupção e de corruptores que parece que já virou moda. Mas de uns anos para cá a coisa desandou, tem sido escândalos de corrupção, um seguido atrás do outro. Outros que estão para serem abortados a qualquer hora do dia. Foram manchete os escândalos da CPI dos Bingos, encabeçado por Valdomiro Diniz, o escândalo do Mensalão, encabeçado por Marcos Valério e mais 39 surrupiadores que embolsaram milhões, escândalo da Cueca do Irmão do Genuíno, escândalo das sanguessugas que surrupiaram o dinheiro da saúde que está na UTI, o escândalo do Banqueiro Daniel Dantas, o escândalo do Mensalinho arquitetado pelo astucioso Severino Cavalcanti, o escândalo do espantoso Castelo, de sete mil e quinhentos metros quadrados, e avaliado por 25 milhões de reais, do Deputado Edmar Moreira.

Uma pergunta os surrupiadores foram presos e devolveram os milhões aos cofres públicos que, estão faltando para saúde, escolas, segurança e habitação para mais de oito milhões de pessoas pobres sem moradias? Para reflexão.

No ano que passou aconteceu um caso de uma senhora pobre, mãe de uma filha de quatro anos de idade, desempregada e separada do seu companheiro. Ela foi denunciada, presa, humilde e filmada pelas câmaras por ter tentado levar um pote de margarina no valor de R$ 3,00 de um supermercado no Rio de Janeiro. Na presença do delegado a pobre mulher confessou que, por não ter o dinheiro caiu na fraqueza de levar a margarina para temperar a comida da sua pequena filha. Mesmo assim, não justifica um erro com outro erro, ou seja, não procede esse tipo de procedimento, mesmo em situação desesperadora que se encontrava essa senhora. Aliás, o estabelecimento comercial não teve prejuízo porque logo o gerente foi rápido em tomar das mãos da senhora o produto. Faltou o bom senso deste gerente e atitude desnecessária para chegar esse a ponto lamentável e revoltante. Não quero fazer nenhum juízo de valor ao proprietário do supermercado, por não conhecer e muito menos a sua vida pessoal, uma pergunta, quem tem a certeza que esse cidadão procede com honestidade em repassar os impostos que ele recolhe dos seus fregueses consumidores para os cofres públicos? Para reflexão.

Quando tomei conhecimento desse episódio através da televisão, veio logo em minha lembrança o que costuma dizer o nosso conhecido repórter e vereador Otaniel Maia que em seu programa de rádio que, cadeia foi feita pra três Ps, pobre, preto e puta. Para reflexão.

Vivenciamos todos os dias o clamor da população, pedindo as autoridades medidas de leis mais rígidas e que se façam justiças as vítimas pelos crimes sofridos pelos autores dos crimes comuns, hediondos e de colarinho branco.

A quem devemos recorrer? Nós acomodados por motivos óbvios, poucos a denunciar, a imprensa cumpre com o seu papel, as polícias fazem o que podem, o judiciário aguarda os denunciantes para poderem se pronunciar pela condenação ou pela a absolvição do acusado. Agora só resta a autoridade maior o presidente da república, mas pelos fatos e a realidade o senhor presidente não está nem aí, ou seja, não está preocupado com crimes ou corrupção neste país. A preocupação do presidente é estar em cima de palanque fazendo campanha eleitoral e com ironias, contando histórias de marolinhas pra cá e moralinhas pra lá e com outras ironias que gosta de fazer para se popularizar. Para reflexão. Na época dos escândalos do mensalão os parlamentares da oposição e dos seus aliados pediram explicação e algumas providências para alguma coisa que fosse feita e desse uma resposta a nação. O que ele disse apenas que não sabia, não tinha visto nada, não conversou com os companheiros e disse que tinha sido um ato de aloprados. Não levantou uma palha se quer para colocar os aloprados na cadeia e pelo menos para devolverem os milhões que foram surrupiados dos cofres públicos.

O Congresso Nacional na UTI como bem disse o ex-presidente do senado o senador Garibaldi Alves Filho – PMDB do RN, em entrevista ao jornalista Otávio Cabral em Abril de 2008, nas tradicionais “Páginas Amarelas” da Veja. Ainda disse mais que, “As reformas não saem por falta de coragem, que é coisa de estadista. E falta estadista no país”. Para reflexão.

O combatível Senador Pedro Simon do PMDB do Rio Grande do Sul, considerado uma referencia da ética e da moralidade política deste país, sempre com indignação na tribuna do Senado em seus pronunciamentos tem repudiado desvios de condutas e de comportamentos anti-éticos não só de determinados seguimentos da sociedade, mas da classe política, inclusive de companheiros de seu próprio partido o PMDB que, se dobra as conveniências do palácio do governo, para se contentarem com cargos em ministérios e carguinhos aqui e ali. Apesar de ele ser católico praticante e devoto de São Francisco de Assis, não concorda com é dando que se recebe, ou seja, o toma-lá-da-cá. Também o Senador costuma dizer que o chefe da nação se referindo ao presidente Lula, devia dar exemplo aos brasileiros e não levar por esse caminho da corrupção, e ainda como gosta de fazer bate com o dedo indicador na mesa da tribuna, dizendo o presidente está errado. Para reflexão. Dizia o saudoso Dr. Ulysses Guimarães que, “A corrupção é como o cupim, que corroe a democracia”.

O corajoso Senador Jarbas Vasconcelos do PMDB de Pernambuco concedeu uma entrevista nas “Páginas Amarelas” da Veja, edição 18/02/2008 e a Tribuna do Senado reafirmando o que disse sem tirar uma vírgula, que a maioria dos congressistas estão envolvidos até a medula em corrupção com complacência do palácio do planalto. O pronunciamento do Senador na tribuna do Senado durou três horas, poucos colegas tiveram a coragem de apartear, outros ficaram ouvindo com as suas barbas de molho. Veja alguns trechos na entrevista do senador:

Para o senhor, o governo é medíocre e a oposição é medíocre. Então há uma mediocrização geral de toda a classe política? Isso mesmo. A classe política hoje é totalmente medíocre. E não é só em Brasília. Prefeitos, vereadores, deputados estaduais também fazem o mais fácil, apelam para o clientelismo. Na política brasileira de hoje, em vez de se construir uma estrada, apela-se para o atalho. É mais fácil.

Por que há essa banalização dos escândalos? O escândalo chocava até cinco ou seis anos atrás. A corrupção sempre existiu, ninguém pode dizer que foi inventada por Lula ou pelo PT. Mas é fato que o comportamento do governo Lula contribui para essa banalização.

É possível mudar essa situação? É possível, mas será um processo longo, não é para esta geração. Não é só mudar nomes, é mudar práticas. A corrupção é um câncer que se impregnou no corpo da política e precisa ser extirpado. Não dá para extirpar tudo de uma vez, mas é preciso começar a encarar o problema.

O ex-ministro da justiça, o jurista Paulo Brosard de Souza Pinto, natural do Rio Grande do Sul e da terrinha do Senador Pedro Simon, quando ele assumiu o ministério da justiça no governo do presidente José Sarney, na época após o momento de sua posse como ministro o que é de praxe, foi entrevistado na presença de um batalhão de jornalistas de todos os estados da federação, me lembro como fosse hoje, uma jornalista da Manchete do Rio de Janeiro fez a seguinte pergunta; Senhor ministro Vossa Excelência vai criar mais leis? Ele respondeu naquela calma dele que é peculiar que não. Porque não era necessário porque já existem muitas leis boas no Brasil, só falta serem aplicadas. Essa foi a resposta do ex-ministro Paulo Brosard de Souza Pinto. Para reflexão.

O experimentado jornalista Tarcísio Holanda de Saboia costuma dizer em suas entrevistas com personalidade de expressão que, as leis em nosso país foram feitas para serem interpretadas de acordo com o momento, conveniências ou pressão popular. Para reflexão.

Sempre tenho lido e ouvido frases que diz que, “O uso do cachimbo faz a boca ficar torta”, moral da história, o problema de nosso país é a impunidade. Estão abusando da nossa democracia que reconquistamos com tantas lutas, suor, lágrimas, sangue, perseguições, torturas, desaparecimentos de pessoas, cassação de mandatos, suspensões de direitos políticos, e mais de quatro mil pessoas que foram mortas durante o regime da ditadura militar que, durou vinte anos. Eu fui uma das vítimas, em fevereiro de 1969, fui fichado no SNI – Serviço Nacional de Informações – Brasília-DF, como “Protagonista do MDB”. Depois em outra oportunidade irei dizer como aconteceu. Na época, o presidente era o Marechal Costa e Silva.

Portanto, “a impunidade, o trampolim para mais insegurança no país”. Para reflexão do leitor.

REVISTA EM FOCO

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Entrevistado

Raimundo Marinho Pinto

A impunidade, o trampolim para mais insegurança no país

De início quero no momento louvar e parabenizar a CNBB, Dioceses, Igrejas e seus idealizadores pela importante escolha do tema da Campanha da Fraternidade “A paz é fruto da justiça”, Fraternidade e Segurança Pública.

Justamente, estamos no momento mais agudo de insegurança e de injustiça em nosso país. A cantora e compositora Nara leão, disse uma frase em uma entrevista de um programa de televisão que, para mídia, a boa notícia é a mal notícia. É verdade, estar mais que patente. Confesso quando vou ler os jornal ou revistas as notícias são de arrepiar, quando ligo a televisão vejo as notícias e senas chocantes de violência, que me deixam triste. Fico me perguntando pra que isso meu Deus? São tantas violências por roubos, assaltos, de toda natureza, sequestros com reféns, latrocínios, estupros, pedofilia por abuso sexual, tráfegos de drogas e armas, pistolagem, confrontos de sem terras com proprietários, confrontos de gangues por disputa de ponto drogas, traficantes com traficantes por disputa de poder, confronto de torcidas organizadas de futebol com rivais, confronto de camelôs com policiais, grupos de extermínio por facção, manifestantes que tocam fogo em ônibus e patrimônios públicos e de particulares, agressão à natureza, pai mata filho, filho mata pai, irmãos matam irmãos, adolescentes no caminho das drogas e práticas de delitos de toda ordem, crianças e idosos serem espancados por babás, embora que na sua maioria não praticam esses tipos de violências, pelo contrário, são pessoas dignas e honestas que prestam relevantes serviços a milhares de famílias brasileiras. Aproveito o dia internacional da mulher para parabenizar a todas as babás como mulheres, filhas mães, esposas e avôs e demais mulheres deste país pelas suas conquistas e pelo o que elas representam.

Além desses crimes e delitos, existem os outros de corrupção e de corruptores que parece que já virou moda. Mas de uns anos para cá a coisa desandou, tem sido escândalos de corrupção, um seguido atrás do outro. Outros que estão para serem abortados a qualquer hora do dia. Foram manchete os escândalos da CPI dos Bingos, encabeçado por Valdomiro Diniz, o escândalo do Mensalão, encabeçado por Marcos Valério e mais 39 surrupiadores que embolsaram milhões, escândalo da Cueca do Irmão do Genuíno, escândalo das sanguessugas que surrupiaram o dinheiro da saúde que está na UTI, o escândalo do Banqueiro Daniel Dantas, o escândalo do Mensalinho arquitetado pelo astucioso Severino Cavalcanti, o escândalo do espantoso Castelo, de sete mil e quinhentos metros quadrados, e avaliado por 25 milhões de reais, do Deputado Edmar Moreira.

Uma pergunta os surrupiadores foram presos e devolveram os milhões aos cofres públicos que, estão faltando para saúde, escolas, segurança e habitação para mais de oito milhões de pessoas pobres sem moradias? Para reflexão.

No ano que passou aconteceu um caso de uma senhora pobre, mãe de uma filha de quatro anos de idade, desempregada e separada do seu companheiro. Ela foi denunciada, presa, humilde e filmada pelas câmaras por ter tentado levar um pote de margarina no valor de R$ 3,00 de um supermercado no Rio de Janeiro. Na presença do delegado a pobre mulher confessou que, por não ter o dinheiro caiu na fraqueza de levar a margarina para temperar a comida da sua pequena filha. Mesmo assim, não justifica um erro com outro erro, ou seja, não procede esse tipo de procedimento, mesmo em situação desesperadora que se encontrava essa senhora. Aliás, o estabelecimento comercial não teve prejuízo porque logo o gerente foi rápido em tomar das mãos da senhora o produto. Faltou o bom senso deste gerente e atitude desnecessária para chegar esse a ponto lamentável e revoltante. Não quero fazer nenhum juízo de valor ao proprietário do supermercado, por não conhecer e muito menos a sua vida pessoal, uma pergunta, quem tem a certeza que esse cidadão procede com honestidade em repassar os impostos que ele recolhe dos seus fregueses consumidores para os cofres públicos? Para reflexão.

Quando tomei conhecimento desse episódio através da televisão, veio logo em minha lembrança o que costuma dizer o nosso conhecido repórter e vereador Otaniel Maia que em seu programa de rádio que, cadeia foi feita pra três Ps, pobre, preto e puta. Para reflexão.

Vivenciamos todos os dias o clamor da população, pedindo as autoridades medidas de leis mais rígidas e que se façam justiças as vítimas pelos crimes sofridos pelos autores dos crimes comuns, hediondos e de colarinho branco.

A quem devemos recorrer? Nós acomodados por motivos óbvios, poucos a denunciar, a imprensa cumpre com o seu papel, as polícias fazem o que podem, o judiciário aguarda os denunciantes para poderem se pronunciar pela condenação ou pela a absolvição do acusado. Agora só resta a autoridade maior o presidente da república, mas pelos fatos e a realidade o senhor presidente não está nem aí, ou seja, não está preocupado com crimes ou corrupção neste país. A preocupação do presidente é estar em cima de palanque fazendo campanha eleitoral e com ironias, contando histórias de marolinhas pra cá e moralinhas pra lá e com outras ironias que gosta de fazer para se popularizar. Para reflexão. Na época dos escândalos do mensalão os parlamentares da oposição e dos seus aliados pediram explicação e algumas providências para alguma coisa que fosse feita e desse uma resposta a nação. O que ele disse apenas que não sabia, não tinha visto nada, não conversou com os companheiros e disse que tinha sido um ato de aloprados. Não levantou uma palha se quer para colocar os aloprados na cadeia e pelo menos para devolverem os milhões que foram surrupiados dos cofres públicos.

O Congresso Nacional na UTI como bem disse o ex-presidente do senado o senador Garibaldi Alves Filho – PMDB do RN, em entrevista ao jornalista Otávio Cabral em Abril de 2008, nas tradicionais “Páginas Amarelas” da Veja. Ainda disse mais que, “As reformas não saem por falta de coragem, que é coisa de estadista. E falta estadista no país”. Para reflexão.

O combatível Senador Pedro Simon do PMDB do Rio Grande do Sul, considerado uma referencia da ética e da moralidade política deste país, sempre com indignação na tribuna do Senado em seus pronunciamentos tem repudiado desvios de condutas e de comportamentos anti-éticos não só de determinados seguimentos da sociedade, mas da classe política, inclusive de companheiros de seu próprio partido o PMDB que, se dobra as conveniências do palácio do governo, para se contentarem com cargos em ministérios e carguinhos aqui e ali. Apesar de ele ser católico praticante e devoto de São Francisco de Assis, não concorda com é dando que se recebe, ou seja, o toma-lá-da-cá. Também o Senador costuma dizer que o chefe da nação se referindo ao presidente Lula, devia dar exemplo aos brasileiros e não levar por esse caminho da corrupção, e ainda como gosta de fazer bate com o dedo indicador na mesa da tribuna, dizendo o presidente está errado. Para reflexão.

O corajoso Senador Jarbas Vasconcelos do PMDB de Pernambuco concedeu uma entrevista nas “Páginas Amarelas” da Veja, edição 18/02/2008 e a Tribuna do Senado reafirmando o que disse sem tirar uma vírgula, que a maioria dos congressistas estão envolvidos até a medula em corrupção com o aval do palácio. O pronunciamento do Senador na tribuna do Senado durou três horas, poucos colegas tiveram a coragem de apartear, outros ficaram ouvindo com as suas barbas de molho. Veja alguns trechos na entrevista do senador:

Para o senhor, o governo é medíocre e a oposição é medíocre. Então há uma mediocrização geral de toda a classe política? Isso mesmo. A classe política hoje é totalmente medíocre. E não é só em Brasília. Prefeitos, vereadores, deputados estaduais também fazem o mais fácil, apelam para o clientelismo. Na política brasileira de hoje, em vez de se construir uma estrada, apela-se para o atalho. É mais fácil.

Por que há essa banalização dos escândalos? O escândalo chocava até cinco ou seis anos atrás. A corrupção sempre existiu, ninguém pode dizer que foi inventada por Lula ou pelo PT. Mas é fato que o comportamento do governo Lula contribui para essa banalização.

É possível mudar essa situação? É possível, mas será um processo longo, não é para esta geração. Não é só mudar nomes, é mudar práticas. A corrupção é um câncer que se impregnou no corpo da política e precisa ser extirpado. Não dá para extirpar tudo de uma vez, mas é preciso começar a encarar o problema.

O ex-ministro da justiça, o jurista Paulo Brosard de Souza Pinto, natural do Rio Grande do Sul e da terrinha do Senador Pedro Simon, quando ele assumiu o ministério da justiça no governo do presidente José Sarney, na época após o momento de sua posse como ministro o que é de praxe, foi entrevistado na presença de um batalhão de jornalistas de todos os estados da federação, me lembro como fosse hoje, uma jornalista da Manchete do Rio de Janeiro fez a seguinte pergunta; Senhor ministro Vossa Excelência vai criar mais leis? Ele respondeu naquela calma dele que é peculiar que não. Porque não era necessário porque já existem muitas leis boas no Brasil, só falta serem aplicadas. Essa foi a resposta do ex-ministro Paulo Brosard de Souza Pinto. Para reflexão.

O experimentado jornalista Tarcísio Holanda de Saboia costuma dizer em suas entrevistas com personalidade de expressão que, as leis em nosso país foram feitas para serem interpretadas de acordo com o momento, conveniências ou pressão popular. Para reflexão.

Sempre tenho lido e ouvido frases que diz que, “O uso do cachimbo faz a boca ficar torta”, moral da história, o problema de nosso país é a impunidade. Estão abusando da nossa democracia que reconquistamos com tantas lutas, suor, lágrimas, sangue, perseguições, torturas, desaparecimentos de pessoas, cassação de mandatos, suspensões de direitos políticos, e mais de quatro mil pessoas que foram mortas durante o regime da ditadura militar que, durou vinte anos. Eu fui uma das vítimas, em fevereiro de 1969, fui fichado no SNI – Serviço Nacional de Informações – Brasília-DF, como “Protagonista do MDB”. Depois em outra oportunidade irei dizer como aconteceu. Na época, o presidente era o Marechal Costa e Silva.

Portanto, “a impunidade, o trampolim para mais insegurança no país”. Para reflexão do leitor.

Um sigilo de 40 anos, porque só agora revelado?

Um sigilo de 40 anos, porque só agora revelado?

Depoimento:

Raimundo Marinho Pinto

Secretário Geral do PMDB de Apodi-RN

Em janeiro de 1969, na época da Ditadura Militar, durante o governo do Marechal Arthur da Costa e Silva, fui informado que minha pessoa estava fichado no SNI – Serviço Nacional de Informações, como “Protagonista do MDB” aqui em Apodi. Além de minha pessoa, também fichado o meu inesquecível amigo e companheiro e autêntico militante do velho MDB de guerra, José Jeronyldes Cabral, conhecido por Zé Cabral do Correio. O motivo: eu, como “protagonista do MDB”, acusado por influenciar pessoas para aderirem ao programa do partido do MDB. Justamente, na época, eu recomendava as pessoas a se filiarem no partido do MDB e lutarem para podermos romper o cerco da ditadura militar. Zé Cabral foi pelo fato dele ouvir, através da Rádio BBC de Londres, um programa do governo de Fidel Castro, considerado pelo Regime Militar como simpatizante de idéias comunistas.

Fui informado de tudo isso, através do meu tio Moacir Marinho Maia, irmão de minha querida mãe que Deus já levou para o céu. Na época, eu tinha 24 anos de idade e ainda era solteiro, ou seja, com todo gás da juventude, sem medo dos tanques e das baionetas dos generais detentores da repressão. Por coincidência ou ironia do destino, o meu tio residia em Brasília-DF, desde os anos 60 e era funcionário público federal do Ministério da Agricultura. Nessa época o Ministro da Agricultura era Ivo Arzua Pereira e o Governo de Costa e Silva. Tio Moacir era uma pessoa educada e de conversa equilibrada, fácil de fazer amizades, o que contribuiu para ele ganhar a credibilidade até mesmo de pessoas do alto escalão. Ele conheceu um coronel do exército, seu vizinho, como regra da hierarquia, identificado por Coutinho. Esse coronel era lotado no órgão do SNI e administrador do setor. Certo dia, o coronel ao se encontrar com meu tio durante uma conversa, falou: “Maia (como ele chamava meu tio) tem duas pessoas naturais de Apodi-RN fichadas em observações no SNI”. O meu tio ficou curioso para saber quem eram as pessoas. O coronel, no momento, não soube dizer quem eram, mas se comprometeu que logo fosse ao departamento iria anotar os nomes para informá-lo. No dia seguinte, tio Moacir ficou na cola do Coronel Coutinho e quando o coronel informou quem eram e os motivos, de imediato tio Moacir confidenciou ao seu amigo coronel que as pessoas ele conhecia, inclusive uma delas era seu sobrinho e a outra era um amigo conhecido de uma família conceituada de Apodi. De início o coronel procurou tranqüilizar a Tio Moacir, dizendo que ia interceder para tirar os nomes do fichário, mas numa condição de ficar em sigilo pelo tempo necessário, porque se tratava de um caso delicado em que todos os envolvidos, direto ou indiretamente, corriam o risco de serem punidas, principalmente ele na condição de encarregado do setor. Tio Moacir se comprometeu em guardar sigilo. Finalmente o coronel conseguiu o que prometeu. Foi assim que tio Moacir falou detalhadamente quando esteve comigo. Ele recomendou sigilo e disse que eu tivesse cuidado por que os generais estavam “botando para moer” e ele não ia ter um amigo coronel do exército por toda a sua vida.

Nunca me esqueci do que ele disse com relação a esse episódio. Mas, mesmo assim, continuei no MDB e fiz parte da luta como tantos outros companheiros que sacrificaram suas vidas, foram vítimas de perseguições de toda ordem, torturados, mutilados e outros até mortos pelos algozes dos “reles” da ditadura militar. O nosso objetivo era conquistar a democracia e conseguimos. Para se ter uma idéia, na época da repressão do regime militar, o Rei do Baião, Luiz Gonzaga, foi proibido de cantar a música “Samarica Parteira”. O Bispo Católico de Olinda e Recife-PE, Dom Elder Câmara e o Arquiteto Oscar Niemayer não podiam aparecer em nenhum órgão de imprensa escrita ou falada. A mesma imprensa era obrigada a veicular “slogan” de interesse do governo, do tipo: “Brasil, ame-o ou deixei-o”. Como dizia o bravo e saudoso Dr. Ulysses Guimarães, era um tempo de chumbo, dos tanques, fuzis e baionetas da ditadura militar.

Todos que citei, envolvidos nesse episódio, já faleceram, com exceção a minha pessoa que, estou contando a história como aconteceu, revelando, assim, um sigilo de 40 anos, pois não vejo mais nenhum perigo. A “odisséia” não terminou aqui, devido o nosso espaço ser limitado, contarei outro episódio que aconteceu comigo em 1984, no governo do General João Batista Figueiredo, aquele que dizia que gostava mais do cheiro do suor do cavalo dele do que de povo. Aguardem na próxima edição.

QUEM FORAM ESSAS PERSONALIDADES?

ARTIGO 3
QUEM FORAM ESSAS PERSONALIDADES?

RAIMUNDO MARINHO PINTO

Sgundo o professor Francisco Silveira Bueno, personalidade, qualidade do que é pessoal; caráter próprio e exclusivo de uma pessoa. Pois bem, associadas a essas características, rendo-me a descrever aqui a cronologia de algumas personalidades, dentre elas os meus pais, já falecidos, Francisco de Oliveira Pinto e Maria das Dôres Pinto. Meu pai, agricultor e minha mãe era uma simples dona de casa, que cuidava dos seus filhos, como mãe, além da labuta de afazeres como dona de casa. Meus pais tiveram a capacidade de criar dez filhos, cinco homens e cinco mulheres. A sobrevivência do sustento da família era tirada de uma pequena roça. Na época, não existia bolsa família ou assistência social dos governos, por isso tiveram muitas dificuldades para criar os seus filhos, mas nunca meteram a mão no alheio e muito menos incentivaram algum dos seus filhos a praticar expedientes desonestos. Pelo contrário, ensinaram-nos a respeitar os outros, não mentir, não roubar e não tirar a vida de nosso semelhante. Por isso, hoje, cultivo esses valores morais e éticos e gostaria que os meus filhos e netos seguissem esses exemplos.
P
or outro lado, aproveito este momento e espaço para falar ainda de outra personalidade, a Dra. Zilda Arns, “Fundadora da Pastoral da Criança” em setembro de 1983, em Florestópolis, interior do Paraná. Dra. Zilda Arns morreu recentemente na tragédia do terremoto no Haiti, em missão de seu trabalho de acompanhamento da “Pastoral da Criança” naquele país. Morreu abraçada com centenas de crianças e demais pessoas que auxiliava. Há pouco tempo, li uma frase da Dra. Zilda: “Ninguém é feliz sozinho”. Por força do destino, na hora do acontecimento da tragédia que a vitimou, ela estava numa escola com muitas crianças e outras pessoas. Assim cumprindo o que antes ela profetizava. Dra. Zilda partiu feliz ao lado das crianças que, hoje, são anjos que cantam louvores ao seu redor.
Portanto, com o desaparecimento, Dra. Zilda vai fazer muita falta, devido seu bonito e necessário trabalho em favor dos carentes, especialmente das crianças que ela amava como se fossem os seus filhos. Acredito que a Dra. Zilda Arns, pelos os seus bons feitos sociais e como pessoa humana, Deus reservou um bom lugar lá no céu.

Escritor

Desde a ditadura militar, sou a vitrine do MDB/PMDB em Apodi-RN

Apodi-RN, Janeiro de 2010

Artigo 2

Desde a ditadura militar, sou a vitrine do MDB/PMDB em Apodi-RN

Raimundo marinho pinto

Secretário Geral do PMDB de Apodi-RN

E

m junho de 2009, eu escrevi um artigo com o título “Um sigilo de 40, porquê só agora revelado?” O qual publicado no Jornal Correio do Oeste, página 5. No final da dita matéria, prometi aos leitores revelar outro episódio que a “Odisséia” não terminou no primeiro relatado antes por mim.

No governo do General João Batista Figuereido de Oliveira, em 5 de maio de 1984, por volta das dez horas do dia, eu estava no Cartório Eleitoral da Comarca de Apodi-RN, fazendo um trabalho de levantamento de transferência de títulos eleitorais, os quais suspeitos de irregularidades, isso de interesse de um determinado chefe político local.

Eu, na condição de Secretário da Executiva Municipal do PMDB na época, fui designado pelo Presidente do meu partido e com autorização na Justiça Eleitoral para tal tarefa. No momento chega em uma das dependências do Cartório um cidadão e se dirige até onde eu estava, ele mal me cumprimentou com um bom dia secundário. Em seguida ele foi logo me perguntando o que eu estava fazendo e com ordem de quem. E exaltado, falou que ia denunciar ao Presidente João Figuereido que eu estava procurando atrapalhar os seus correligionários. Ironizou que não ia dar em nada o meu trabalho, porque o PMDB era oposição ao governo, tanto a nível municipal, estadual e federal. Eu naquele momento de repressão não tive outra alternativa, me inspirei em três personalidades, na paciência e ética de Ramez Tebet, na firmeza e abominação de Raul Brunnini e na coragem do grande tribuno inconteste Carlos Lacerda. Os citados testados na vivência do seu tempo, nos debates acalorados e em situações adversas.

Depois de ouvir as ameaças do cidadão, eu pedi a palavra, ele permitiu na condição que eu respondesse o que ele me perguntou antes. Respondi a ele no seguinte termo: primeiro; o senhor me respeite o quanto eu tenho lhe respeitado como cidadão e político, segundo; eu não tenho a obrigação de lhe dar satisfação pelo que estou fazendo e deixei de fazer, terceiro; o senhor pode denunciar de mim ao seu presidente da ditadura, o senhor faça o que bem entender a meu respeito. E disse mais, o senhor fique sabendo que eu vou continuar o meu trabalho e só será interrompido se os coronéis da ditadura me prender ou me matar. E para encerrar a conversa o senhor ouviu direito o que eu acabei de lhe dizer? Depois das minhas observações o cidadão fechou a cara e se retirou do local sem dizer mais nada. Fiquei livre da fera.

Pessoalmente, comuniquei o ocorrido ao Juiz que respondia na comarca na época, apenas sua Excelência coçou a cabeça e me disse, que eu já tinha punido o cidadão com a minha franqueza exemplar. Entendi a omissão do Juiz, moral da história, ele não quis criar problema entre ele e o chefe político. O mineiro José Maria Alkimim, dizia que a melhor defesa do homem é sua própria personalidade forte, os seus erros e fracassos é por achar que está acima do bem e do mal, ou seja, substimar os outros.

Depois do fim da ditadura e a volta da democracia em nosso país, o dito cidadão se encontra comigo e relembra o episódio, dizendo que eu estava muito corajoso pela forma que lhe respondi, eu retruquei em cima da bucha, o senhor queria que eu me ajoelhasse aos seus pés ou ficasse de cócora? Eu prefiro cair de pé, do que de joelhos. Ao rei tudo, menos aminha honra e a vergonha. Tenho posição firmada, entendo que não se pode agradar a dois senhores, ao mesmo tempo, ou seja, acender uma vela a Deus e outra para o diabo. Hoje o cidadão me cumprimenta com respeito, e me chama de seu amigo. Como é bom um dia atrás do outro. Deixo de citar o nome em respeito a idade dele e em consideração a sua família. Aguardem outras revelações.

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