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segunda-feira, 15 de abril de 2013

3. DIVAGAÇÕES SOBRE OS BECOS


OBERY RODRIGUES        
           Atualmente, não existem mais os becos em Mossoró, alguns foram fechados, outros rebatizados como travessas. Suponho que consideraram feio o nome.   Num levantamento das ruas de Mossoró, de 1992, encontrei 16 (dezesseis) travessas, nenhum beco.
           Vários escritores, em prosa ou em poesia, evocaram seus becos, quase todos já desaparecidos do panorama das cidades, alguns sobrevivendo apenas na tradição:  o da lama, o das frutas, o do lixo; o beco do “pau não cessa”, do canhão, da quarentena, do escorrego, da caveira;  o das putas, o da solidão, o beco do amor, o da luz, becos dos mais variados nomes  - como os conheceram, lembrados com saudade ou com tristeza,  Transcrevo alguns dos que me pareceram mais expressivos:
        “Beco que cantei num dístico / Cheio de elipses mentais / Beco das minhas tristezas, / Das minhas perplexidades / (Mas também dos meus amores / Dos meus beijos, dos meus sonhos) / Adeus, para nunca mais!”, foi o lamento do poeta Manoel Bandeira na “Última Canção do Beco.”
           Que pode acontecer com as palavras ocas, / as que estiveram num desastre ou que vivem / nos becos ou nos lupanares imundos, ou as / que esqueceram suas razões, como se fossem bêbadas / ou depois da noite sufocante se tornaram ocas?”, pergunta  José Godoy Godoy Garcia, em “A verdade é que um grito na minha boca...” 
           Décio Bettencourt ensina como encontrar sua casa: “Mais à frente / Entras em becos estreitos / Becos pequenos e apertados / É fácil, é só teres isto em mente / Becos e suas enxurradas / Becos e suas águas estagnadas.”
           “Beco da minha terra... / Amo tua paisagem triste, ausente e suja. / Teu ar sombrio. / Tua velha umidade andrajosa. / Teu lodo negro, esverdeado, escorregadio. /  E a réstia de sol que ao meio dia desce, fugidia, / e semeia polmes dourados no teu lixo pobre, / calçando de ouro a sandália velha, / jogada no teu monturo.” Foi assim que Cora Coralina começou seu poema de amor e despedida dos seus queridos e saudosos velhos “Becos de Goiás”. 
           Também o poeta José Conçalves recorda, com nostalgia, entre outros, o Beco do Escorrego, o do Releixo, o Beco do Chupa, o da Quarentena e o da Caveira, em “Os Becos da Minha Cidade”.
           Em Natal, na Rua Dr. José Ivo, sobrevive o Beco da Lama, reduto noturno da boemia local. Sobrevive também, este engastado na Rua Frei Miguelinho, na Ribeira, o Beco da Quarentena, onde funcionaram antigos cabarés. 
           Em “Getúlio Vargas – As Areias Brancas da Memória”, Francisco Fausto Paula de Medeiros se refere ao “Beco da Galinha Morta”. José Maria Brasil, nem seu irmão Titico Brasil lembram-se da existência de outro beco em Areia Branca, mas informam que apesar de atualmente estar pavimentado, limpo e iluminado preserva o nome. 
           Como se vê, o nome “beco” parece estar sempre associado à idéia de sujeira, de tristeza ou zona de prostituição ou de boemia. Em Mossoró, no Beco do Canhão (hoje, final da Rua Des. Dionísio Filgueira, já saindo na Augusto Severo), que  conheci, moravam algumas prostitutas em quartos feios e certamente sujos; aliás, a palavra “canhão” pode significar também mulher feia, bruxa.  O Beco do Pau Não Cessa, o trecho que ficava entre a atual Rua Machado de Assis e a Almeida Castro, era uma zona também de meretrício, com freqüentes brigas e assassinatos.
           Ruas... podem ser caminhos, no percurso dos quais, mesmo curtos, por vezes nos entediamos, até nos perdemos. Avenida... é apenas uma rua mais comprida, “avenue”, um galicismo, uma vaidade. Travessa... é um passadiço, uma vida curta.  Praças são espaços maiores onde pessoas costumam reunir-se; palcos onde os velhos ruminam suas recordações, ou picadeiros onde as crianças, antigamente, brincavam sem preocupação.  Ruas, travessas, “avenues” – emaranhadas, formam um labirinto, do qual somente saímos para o NADA.  O beco é diferente; não é só uma passagem, um traço de união entre uma rua e outra. Pode ser um elo entre o amor e o ódio. Uma afinidade entre o prazer e a dor. Um curto intervalo entre a vida e a morte. Pode ser também um pequeno poema - quem sabe?
            Por quê desapareceram os becos de Mossoró?       Era uma vez um Beco das Frutas...

           Foram muitas as figuras relembradas neste levantamento retrospectivo, no limitado espaço de, praticamente, apenas duas ruas, que receberam, no tempo percorrido, diversas denominações. Fruteiros, bodegueiros, donos de restaurante, de bares, de casas de pasto, barbeiros, botequineiros, maleiro, padeiros, marceneiros, fogueteiro, flandeiro (funileiro), poeta de cordel, advogados, jornalistas, biscateiros, trampolineiros, cabeceiros, proprietário de salinas, representantes comerciais, donos de caminhões-mistos de transporte, bancários, radialistas, leiteiros, pãozeiros, lojistas - pessoas das mais variadas atividades que ainda permanecem na minha memória. Isso sem falar nos passantes, nos transeuntes habituais, que exerciam seu ofício ou as que circulavam ou perambulavam pelas redondezas, tais como Benício Gago, “botador” de água; O preto Pedro das Vassouras, vendendo vassouras e varas de espanar, sempre pegando a xepa em alguma casa caridosa; interessante era vê-lo tocar em  sua rabeca “Atirei o pau no gato” e  outras  musiquinhas populares. Jucá era limpador de fossas (que ofício!), Chico Crocodilo, caiador; Manoel Cachimbino,  Sebastião Cabeludo, Regina da Caroço, Zé Alinhado, Maria Pata Choca, Jordão, Miss Pé de Marreca, Meu Pai, Manoel Quebra Ovo, Zé Abel – que se intitulava o “Rei da Bossa, o Rei da Fala Grossa”, estes e vários outros, toda uma fauna de atores que faziam a paisagem tragicômica daquela época.
           O Beco das Frutas, depois Rua Riachuelo, e, finalmente, Rua Francisco Peregrino, de um lado; e do outro, a Rua do Rosário, a seguir Rua João Pessoa, atual Rua Mário Negócio foram  os caminhos de quem morava nas Barrocas ou no Paredões. Lembro de muitos dos que transitaram por lá, alguns dos quais costumavam parar no estabelecimento do meu pai: Oscar Amaral, Zé Minan de Medeiros, Sérvulo Moura, Edgar Burlamaqui, João Severo... Não dá para mencionar todos, mas tenho seus nomes guardados na lembrança.
           Concluo aqui este trabalho. Não sei se tem algum valor. Os da minha geração, os raros que sobrevivem, poderiam confirmar e recordar comigo esse cenário. Se nas gerações novas houver alguém que goste de revolver o passado, talvez encontre algo, vasculhando neste baú de ossadas.     


Observações:

1)     Falo rapidamente sobre o velho Chico Bernardo em “Minhas Lembranças de Mossoró”, no qual disse que deveria pesar uns 150 quilos. Não foi exagero; talvez até pesasse mais, pelo corpanzil que ostentava. Nunca o vi de pé; estava sempre sentado numa cadeira especial, de onde comandava os empregados, com sua voz fina; sabia os lugares onde se encontrava qualquer mercadoria e seus preços. Era casado com dona Elvira e morava em uma boa casa na antiga Rua Pe. João Urbano, cujos fundos davam para o Beco das Frutas e correspondia à porta principal do armazém. Conversando com Aluízio Moura, seu sobrinho afim, soube que Chico Bernardo era dono de vários imóveis em Mossoró, inclusive da casa onde morou Pedro Leão, na mesma Rua Pe. João Urbano e, também, dos dois armazéns onde o mesmo Pedro negociou por muitos anos, na Rua Cel. Gurgel. Ainda segundo Aluízio Moura, Chico Bernardo foi um dos primeiros proprietários de automóvel em Mossoró; possuía um Chevrolet. Em 1927, ante a ameaça de entrada de Lampíão, fugiram, ele, ainda moço àquela época, com a mulher Elvira, mais Pedro Leão, seu cunhado, a esposa deste, dona Nicácia e Aluízio, então com quatro anos, indo parar em Cascavel, no Ceará. Era uma figura bizarra. Não tinha filhos. Raimundo Soares de Brito, em “Ruas e Patronos de Mossoró – Dicionário”, registra uma rua em Mossoró em homenagem a Francisco Bernardo, mas esclarece que seu nome verdadeiro era Francisco Bernardes de Oliveira. O historiador Raimundo Nonato da Silva em interessante crônica contida no livro “Gerações do Meu Tempo”, fala sobre a fama do armazém de Chico Bernardo, aonde os comboieiros vindos do sertão costumavam abastecer-se devido ao grande sortimento e preços mais baratos. Diz Nonato que seu armazém tinha quatro portas na frente, seis de lado, com um balcão escuro de bem meia légua de comprimento e prateleiras altas como os pés de coqueiro de Antônio Queiroz.”
2)     Zé Gregório foi antigo sacristão que antecedeu a Raimundo Nunes Rodrigues, mais conhecido como Raimundo Sacristão. Moreno, alto, de bigode, austero, taciturno, trajando paletó, gravata e chapéu de feltro de cor cinza, é a imagem que me ficou dele. Não sei quantos filhos teve; sei que um deles morreu afogado no Rio Mossoró, em um ano de grande cheia. Apesar de residir muito perto das bodegas de Segundo Marques e Elias Morais, do bar de Chico Benévolo, da padaria de Chico Apolinário, nunca o vi participar das rodas de conversas desses amigos, que meu pai também freqüentava, às vezes me levando. O antigo sacristão tinha uma vida arredia e sua casa, a única do seu beco, me parecia sombria, não existe mais; em seu lugar vi, recentemente, um armazém com largo portão de ferro, que me informaram pertencer a José Serafim. Uma figura bizarra, esfíngica, que, assim como muitas outras, ficou no meu imaginário, marcando uma época que se perdeu no tempo. 
3)     Cazuzinha, Chico Pindura, Luiz Pé de Lancha, o poeta Manoel Dantas e Niel foram algumas das figuras enigmáticas que ficaram na minha lembrança. De todas as outras que conheci nesta minha já longa jornada, tenho algum roteiro, sei de onde eram, onde moravam, se tinham família ou outra qualquer informação. De Cazuzinha, de estatura mediana, moreno claro, de cabelos pretos lisos, muito calado, só posso dizer que foi fogueteiro por muitos anos, inicialmente no Beco das Frutas, por último  num dos quartos que Pedro Leão construiu no terreno correspondente aos fundos de sua casa. Muitos dos artefatos que fabricava abrilhantaram, iluminaram e alegraram as noites de festas de Santa Luzia. Às vezes ia por lá, apreciá-lo ocupado em seu ofício. Não ousava perguntar-lhe nada, também nada me dizia, nem parecia reprovar minha presença. Um dia, desapareceu. Já Chico Pindura era um tipo diferente, alto, corcunda, de boné e bigode, fabricava canecas, panelas, bacias, lamparinas e outros utensílios de flandres, que me pareciam muito bem feitos. Só me ficou dele a figura; nenhuma informação, além disso. Luiz Pé de Lancha parecia um gorila, alto, forte, bigodão, imensos pés descalços, porém manso. Nunca ouvi falar que se tivesse metido em alguma encrenca, mesmo porque sua aparência inspirava temor. Todos os dias, estava na bodega de Luiz Marques, de quem era uma espécie de secretário. Depois que Luiz Marques transferiu seu estabelecimento para um sobrinho, Luiz sumiu. Quanto ao poeta Manoel Dantas evaporou-se misteriosamente, assim como apareceu lá em casa para alugar um quarto que era do meu pai, nos fundos da nossa casa. Via-o sempre com folhetos de poesia de cordel. Meu pai dizia que ele era poeta. Um tipo esquisito, alto, magro, espadaúdo, de paletó, chapéu e gravata, sempre de branco. Esteve lá alguns meses. Um dia, falou com meu pai, entregou o quarto dizendo que ia embora. Não disse para onde, nem meu pai perguntou. Já Niel era um trampolineiro. Sua especialidade era vender perfumes falsificados. Simpático e com boa lábia conseguia ludibriar muita gente. Sempre ia lá por casa. Algum tempo passado, notou-se sua ausência; nunca mais apareceu. Esses cinco tipos  fixaram-se em minha lembrança. Houve outros, muitos outros, entre os quais o também  flandeiro, conhecido por “Meu pai”, que tinha a fama de comer gatos. Teve Zé Marreira, dono de carroça puxada a burro, muito ligado ao mestre Chico André, Jucá, Zé Batista, cada qual com suas peculiaridades. De alguns conhecia suas vidas; de outros, quase nada.  
4)     “Arruamento antigo com algumas casas esparsas que se estendiam da praça do mercado para o lado da baixa do Caetaninho. Nos primeiros tempos, foi simples caminho que levava ao porto de Santo Antônio e por onde trafegavam carros de boi carregados de sal.  Por ela transitavam as pessoas que iam para Areia Branca e para as praias. Certamente foi por esse caminho que Henry Koster abandonou Mossoró em 1810, seguindo no rumo de Tibau. A Rua do Rosário era famosa porque nela moravam vários negros libertos, entre os quais Rafael Mossoroense da Glória, Presidente do Clube dos Espártacos, que fora escravo de Alexandre Soares do Couto e pelo seu senhor alforriado. Aí havia a festa dos negros, a festa do Rosário, com a coroação do rei e da rainha. Nessa rua ficavam as casas de pessoas modestas que tiveram as mais diversas atividades na Cidade, como José Saraiva, Ló e Israel, velho martinense, guarda-costa dos abolicionistas nos dias da campanha de 1883. Nela ficava a garagem de Paturi e as bodegas de João Caetano, Casimiro e de seu Beta. Duas malarias trabalhavam em armazéns que nela se situavam: a do português Arthur Céa e a de Luiz Torquato, o homem que cavava botija. Depois da Revolução de 1930, a Rua do Rosário passou a denominar-se João Pessoa. Hoje, é Rua Dr. Mário Negócio, onde residiu esse advogado e professor. Atualmente, fica a sede social do Clube Ipiranga e a Biblioteca Municipal funciona aí.” (Prof. Raimundo Nonato da Silva, em “Ruas, Caminhos da Saudade”.) A propósito, um comentário e duas observações. Comentário: Por que se mudam tão freqüentemente os nomes das ruas em nossa Mossoró? O leitor não concorda que, diante de uma história tão bonita, rica de tradições, esse nome Rua do Rosário deveria ter sido preservado? Primeira observação: Seu Beta, casado com dona Adilina, pais de numerosa família, foram nossos vizinhos na antiga Rua Pe. João Urbano. O famoso barbeiro e seresteiro Zé de Beta era um dos seus dez ou doze filhos. A bodega de seu Beta não era bem na Rua do Rosário; situava-se nas proximidades do zona do meretrício, depois chamada de Art Nouveaux.  Segunda observação: Noutra parte do livro, o Prof. Raimundo Nonato informa que a malaria de Arthur Céa ficava na esquina do Beco das Frutas com a esquina do Beco de Jeremías Cego, creio que sua localização correta. 
5)     João Caetano de Souza era um tipo curioso, uma figura excêntrica. Contam-se muitos fatos pitorescos a seu respeito. Fui muitas vezes à sua bodega a mando dos meus pais  comprar mercadorias em falta em nossa casa. Falo sobre ele no livro “Minhas Lembranças de Mossoró” e o Prof. Raimundo Nonato faz-lhe referência em algumas páginas em “Memórias de Um Retirante -  Minhas Memórias do Oeste Potiguar.” Transcrevo alguns trechos:  “João Caetano era um homem de muitas amizades. Se estabelecimento tinha muito movimento e ficava de portas abertas até às nove horas. Coisa que pode parecer esquisita: João Caetano só saía de casa duas vezes: uma para assistir à Missa do Galo, na Noite de Natal; outra para visitar seu compadre Xico Freire, no Alto da Conceição. Vendia fiado a todo mundo e tomava nota da conta num volumoso caderno de papel de embrulho, um papel grosso chamado de Papel Homero. No começo do ano, abria um novo, e o velho borrador encostado com as contas perdidas.” Também falo a seu respeito no livro “Minhas Lembranças de Mossoró”, no qual narro algumas histórias que se tornaram folclóricos.
6)     Um quadro triste ficou gravado em minha lembrança, ocorrido acho que na década de 30. Diagnosticado que o sr. Epaminondas estava com hanseníase, veio um carro de Natal, parecido com uma Kombi, preto, todo fechado, a fim de levá-lo para Natal. As casas do quarteirão fecharam as janelas à passagem do lúgubre veículo. Foi um dia triste na vizinhança. Naquele tempo, era uma doença considerada incurável e contagiosa.
7)      A propósito de Chico Batista, mencionado no livro “Minhas Lembranças de Mossoró”, no Boletim  do Centro Norte-Rio-Grandense”. Nº 6, de março de 1968, há o registro de sua morte em 24.12.1967, dizendo que foi o proprietário de um dos mais antigos salões de barbearia de Mossoró. “Pertencia a uma tradicional família e era uma figura muito popular, muito ligado aos grupos de folguedos populares, sendo afamado como “tirador” de quadrilhas”.
8)      A confirmação desse fato, obtive-a recentemente quando, relendo a revista “Consagrando Uma Data – Mossoró Ontem e Hoje”, comemorativa dos 50 anos da libertação dos escravos, nela encontrei uma reportagem sobre a administração do Pe. Mota como Prefeito. A certa altura, informa o seguinte: “De acordo com o Decreto-Lei nº 7, de 8.7.1940, doou à sociedade civil CLUBE IPIRANGA um prédio em construção no valor de l5.000$000 e mais l0.000$000 como auxílio para suas instalações. O CLUBE IPIRANGA obrigando-se a estabelecer um centro de cultura física e a criar uma biblioteca franqueada ao público faz jus a esse auxílio.” Diante dessa informação, gostaria de saber como a ACEU se apropriou do edifício e a que título hoje ele pertence  à UERN, segundo fui informado.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                 

 Natal, maio-2007

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